Casamento termina em pancadaria após briga por dinheiro na Espanha
Por: msn

Discussão entre os noivos por causa de 40 mil euros em presentes teria envolvido familiares e provocado danos no local da festa, em Ourense. A Guardia Civil foi chamada, e a noiva teria admitido depois que bebeu demais
O que deveria ser uma celebração terminou em uma grande confusão em Ourense, na Espanha. Um casamento realizado no sábado acabou em briga generalizada depois que os próprios noivos começaram uma discussão durante a festa.
Segundo o jornal 20 Minutos, o desentendimento ganhou proporções tão grandes que a administração do espaço onde acontecia o evento precisou intervir e chamar as autoridades.
De acordo com a publicação, a discussão teria começado por causa de dinheiro. A noiva, de origem colombiana, teria exigido do marido 40 mil euros arrecadados com os presentes de casamento, valor que, segundo ela, faria parte de um acordo pré-nupcial.
O noivo teria se recusado a entregar a quantia.
Familiares entraram na discussão
A situação ficou ainda mais tensa quando parentes dos dois decidiram se envolver na discussão.
A festa acontecia na Casa Da Tulla, uma propriedade rural do século XVII localizada perto da fronteira com Portugal. O espaço costuma realizar casamentos na área externa, onde é montada uma estrutura coberta para os convidados.
Foi justamente nesse local que a confusão aconteceu.
Segundo as informações divulgadas, a briga provocou danos ao material da empresa de catering responsável pela festa.
Polícia encontrou pratos e copos quebrados.
A Guardia Civil foi acionada para ir até o local.
Quando os agentes chegaram, os ânimos já estavam mais calmos, mas ainda havia sinais claros da confusão. Pratos e copos quebrados estavam espalhados pelo chão.
Apesar da proporção da briga, não há informações sobre prisões ou feridos graves.
Depois da confusão, a noiva teria reconhecido que havia consumido álcool em excesso.
Ela também teria contado a amigos que já não sentia o mesmo pelo companheiro e que o processo de divórcio já estaria em andamento.
Assim, uma festa que começou como celebração de casamento pode ter terminado, poucas horas depois, com a relação já perto do fim.
Globo vence na Justiça e pede quebra de sigilo fiscal de ator por dívida de R$ 407 mil
Por: msn

A TV Globo obteve decisão favorável para solicitar à Justiça a quebra do sigilo fiscal do ator Ewerton de Castro, de 80 anos, com o objetivo de localizar bens e garantir o recebimento de uma dívida estimada em R$ 407 mil. Esse montante corresponde à multa contratual aplicada após o abandono das gravações da minissérie “O Quinto dos Infernos” em 2002, motivado por uma alegação de desrespeito profissional.
O imbróglio judicial teve início há mais de 20 anos e ganhou novo capítulo com a decisão definitiva da Justiça em 2023, quando Ewerton foi condenado a pagar a multa contratual. Desde então, a Globo busca meios de satisfazer o crédito, recorrendo agora à quebra do sigilo fiscal para identificar possíveis rendimentos e ativos do artista
O conflito surgiu em 2002, quando Ewerton de Castro abandonou as filmagens da minissérie histórica, alegando tratamento desrespeitoso em relação ao seu personagem, Cauper. O ator afirmou que sua participação se limitava a uma figuração, sem falas e quase sem enquadramentos, o que motivou sua saída do elenco.
Na época, ele declarou à imprensa que, após 34 anos de carreira, não aceitou desempenhar um papel que considerou indigno para um veterano da dramaturgia brasileira. A alegação de falta de respeito artístico foi aceita inicialmente em alguns juízos, mas só se tornou definitiva com a decisão de 2023.
Por sua vez, a Globo argumentou que o contrato previa um papel coadjuvante e que o roteiro já previa a extensão da participação de Ewerton. Segundo a emissora, o abandono repentino prejudicou o cronograma de filmagens e forçou mudanças no enredo da produção.
Como os valores penhorados até agora não foram suficientes para quitar a multa de R$ 407 mil, a emissora voltou à Justiça para requerer a quebra de sigilo fiscal. Com essa medida, pretende descobrir bens, rendimentos ou outros recursos que possam ser utilizados para saldar o débito.
Ewerton de Castro iniciou sua trajetória artística nos anos 1960 e conquistou o público em novelas de sucesso como “Roque Santeiro”, “Fera Ferida” e “De Corpo e Alma”. Também interpretou Alexandre na primeira versão de “A Viagem”. Após deixar a Globo, trabalhou na Record e se aposentou da dramaturgia em 2011, passando a residir nos Estados Unidos.
Nova regra amplia o uso do certificado digital no Brasil
Identificação automatizada tende a reduzir custos de emissão e pode levar a tecnologia para além das obrigações fiscais, contábeis e jurídicas
Luciene de Oliveira
Jovem Pan

Navio japonês com mais de 1 mil corpos é encontrado no mar do Pacífico
Embarcação foi localizada na costa das Filipinas cerca de 80 anos após o naufrágio durante a Segunda Guerra Mundial
Uma mudança aprovada em abril retirar uma das principais barreiras à popularização do certificado digital no Brasil: a entrevista presencial ou por videoconferência exigida na maioria das emissões. Com a criação da AR Eletrônica, a confirmação da identidade poderá ser feita de maneira automatizada, em uma jornada semelhante à abertura de uma conta bancária pelo celular.
A nova modalidade está prevista na Resolução nº 218, do Comitê Gestor da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira, a ICP-Brasil. A análise dos documentos, a verificação biométrica, a consulta às bases oficiais e a assinatura do termo de titularidade continuam obrigatórias. O que muda é a possibilidade de cumprir essas etapas sem o contato direto com um agente de registro.
“Essa mudança regulatória vai permitir a emissão do certificado digital sem a necessidade de uma entrevista”, afirma Vinicius Sousa, CEO da Soluti, empresa especializada em identidade e certificação digital.
O atendimento individual pesa no preço e dificulta o ganho de escala. Para chegar a milhões de brasileiros, as certificadoras precisam manter equipes encarregadas de conferir documentos e validar cada solicitação. Ao automatizar essa etapa, o setor espera reduzir despesas e tornar o serviço mais acessível.
“Isso derruba significativamente o custo operacional. Conseguiremos ter modelos de negócio muito mais acessíveis”, diz Vinicius Sousa.
Na prática, o usuário fará pelo smartphone as provas necessárias para confirmar sua identidade. Os dados serão confrontados com bases oficiais e, se todos os requisitos forem cumpridos, a emissão poderá ser concluída sem intervenção humana direta.
Essa facilidade ainda levará algum tempo para chegar ao público. As autoridades certificadoras precisam adaptar seus sistemas e atender às condições da regulamentação sem comprometer a segurança garantida pelos certificados digitais. Também será necessário cruzar informações biométricas e biográficas com bases capazes de individualizar cada cidadão. Nos casos em que os dados não bastarem, haverá verificações adicionais.
A Soluti vê na mudança uma oportunidade para tirar o certificado do território da obrigação. Hoje, o recurso é procurado principalmente por contadores, advogados e empresários que precisam acessar sistemas governamentais, cumprir exigências fiscais ou assinar documentos profissionais.
“A obrigação está muito relacionada à questão contábil, fiscal e jurídica. Nós entendemos que a tecnologia poderia ter um alcance muito maior, no qual as empresas contratassem pelo benefício, e não pela obrigação”, explica o executivo.
A ICP-Brasil completará 25 anos em agosto. Criada em 2001, ela estabeleceu as bases para identificar pessoas e organizações e realizar operações com validade jurídica no ambiente eletrônico. A Receita Federal foi uma das responsáveis por impulsionar sua adoção ao transferir serviços para o meio digital e reduzir a dependência dos balcões de atendimento.
Há cerca de 12 anos, a Soluti começou a pesquisar como levar essa estrutura para o celular. Representantes da empresa buscaram referências em feiras de tecnologia na Alemanha, na Espanha e nos Estados Unidos, mas não encontraram iniciativas semelhantes naquele momento.
A companhia desenvolveu, então, um modelo pioneiro de certificação em nuvem. Em vez de depender de cartões, leitores ou tokens, o titular passou a acessar sua credencial pelo smartphone. Surgia, assim, o Bird ID, primeiro certificado digital em nuvem do Brasil, e primeiro do mundo com modelo SaaS (Software as a Service).
A mudança de dispositivo resolveu parte da dificuldade de uso, mas não eliminou o custo da emissão nem tornou o processo compatível com negócios que atendem milhões de pessoas. A AR Eletrônica pode remover esse obstáculo.
Nos bancos, o potencial fica ainda mais claro. Todos os dias, essas instituições precisam confirmar a identidade de correntistas que consultam informações sigilosas, movimentam dinheiro e contratam serviços pelos aplicativos. As áreas de segurança conhecem a certificação digital, mas submeter cada cliente a um processo demorado prejudicaria a experiência e inviabilizaria a adoção em grande escala.
Com a identificação automatizada, um banco poderá incorporar o certificado à abertura da conta ou a outras etapas do relacionamento. O uso não se limita ao sistema financeiro. Seguradoras, instituições de saúde, plataformas de serviços e órgãos públicos enfrentam o mesmo desafio: saber se a pessoa do outro lado da tela é realmente quem afirma ser.
Isso não significa aplicar o nível máximo de proteção a qualquer situação. Login e senha podem atender a um acesso de baixo risco. Uma transferência financeira, a assinatura de um contrato ou a consulta a dados sensíveis pedem cuidados maiores.
“O gestor vai precisar compreender a sua necessidade e o seu apetite a risco”, afirma o CEO da Soluti.
A escalada das fraudes tornou essa discussão mais urgente. Pesquisa divulgada pela Febraban em julho de 2025 mostrou que 39% dos brasileiros já haviam sido vítimas de golpe ou tentativa de golpe envolvendo a conta bancária. A inteligência artificial tornou o cenário mais complexo ao facilitar a reprodução de rostos, vozes e documentos.
O certificado ICP-Brasil funciona com criptografia avançada e chaves vinculadas ao titular. Segundo Vinicius Sousa, as fraudes identificadas no setor costumam ocorrer na entrada, quando alguém apresenta documentos falsos ou tenta assumir a identidade de outra pessoa. Automatizar a emissão, portanto, não permite afrouxar a identificação do solicitante.
Há ainda um problema que muitas empresas criaram dentro de casa: a concentração de dados pessoais. Para reconhecer seus clientes, elas armazenam CPF, telefone, senha e, em alguns casos, biometria em bancos próprios. Uma invasão pode expor tudo de uma vez.
Na certificação digital, informações sensíveis permanecem com o titular e com a estrutura credenciada. Isso reduz a quantidade de dados que o prestador do serviço precisa guardar. A mesma credencial pode confirmar um acesso e assinar documentos, duas funções ainda tratadas separadamente em muitas organizações.
As assinaturas feitas com certificado ICP-Brasil também contam com respaldo jurídico. Como as credenciais estão associadas ao titular, ele responde por sua guarda. Se contestar uma operação realizada em seu nome, precisará apresentar provas do uso indevido.
Vinicius Sousa calcula que a popularização do certificado digital deve ganhar força nos próximos três a cinco anos. A velocidade dependerá das certificadoras e das empresas dispostas a incorporar a identidade digital aos serviços que já oferecem. Baixar o custo, porém, é apenas parte do caminho. Para ganhar escala, o certificado ainda precisa provar seu valor fora das situações em que é obrigatório.

Um navio japonês que naufragou com mais de 1.000 prisioneiros a bordo foi encontrado no fundo do mar do Pacífico. A descoberta foi realizada por pesquisadores da Fundação Hellships Memorial na costa das Filipinas, cerca de 80 anos após o afundamento da embarcação. As informações são da Revista Galileu, da Globo.
O navio, chamado Hofuku Maru, foi encontrado na costa oeste de Luzon. A identificação dos destroços foi feita a partir da análise de dados de sonar, de mapeamento e de confirmação visual do local, que apresentou características coincidentes com os registros da época.
O naufrágio ocorreu em 21 de setembro de 1944, durante a Segunda Guerra Mundial. A embarcação transportava aproximadamente mil britânicos e 200 holandeses. O barco foi atingido por bombas e torpedos de aeronaves dos Estados Unidos porque não possuía identificação visual que indicasse o transporte de prisioneiros de guerra.
Histórico da embarcação
Construído em 1918 no Japão, o navio integrava um grupo de transportes que operava com superlotação de prisioneiros. Os detentos viajavam confinados nos porões da embarcação, sem ventilação, suprimentos de comida ou água. Com o ataque de 1944, a maioria dos ocupantes morreu e o navio afundou de forma rápida.
O Hofuku Maru possuía as seguintes proporções:
- Peso: 5.857 toneladas;
- Comprimento: 117,35 metros;
- Velocidade máxima: 18,5 km/h (10 nós).
A Fundação Hellships Memorial informou que o local do naufrágio será classificado como um túmulo de guerra e um memorial em nome das vítimas. A equipe responsável pelas buscas organiza a divulgação pública de documentos em mídia, incluindo varreduras de sonar e imagens da expedição. O grupo também trabalha para registrar o reconhecimento do espaço por meio de canais diplomáticos.
Christa Pike acorda após sobreviver a duas injeções letais nos EUA
msn

Christa Pike, a condenada à morte que sobreviveu a duas doses de pentobarbital durante uma tentativa de execução no Tennessee, nos Estados Unidos, recuperou a consciência e já consegue falar. A informação foi divulgada pelos advogados da americana, de 50 anos, nesta terça-feira (6), seis dias depois do procedimento que deveria ter provocado sua morte.
A atualização representa uma mudança significativa no estado de saúde de Pike. Até domingo, seus advogados informavam que ela permanecia inconsciente e ligada a um respirador. Agora, embora tenha deixado a ventilação mecânica e consiga falar, continua internada sob cuidados intensivos, e seu prognóstico permanece incerto.
"Contra todas as probabilidades, Christa Pike está consciente, falando e continua recebendo cuidados médicos intensivos. Apesar dos graves danos que sofreu nos braços, ela continua algemada e acorrentada à cama. Sua recuperação é algo sem precedentes do ponto de vista médico. Seu prognóstico permanece incerto, mas, no mínimo, esperamos uma recuperação longa", afirmaram os advogados em comunicado divulgado pela Associated Press.
A defesa também agradeceu aos socorristas e à equipe do hospital, "que trataram Christa como um ser humano e lhe prestaram cuidados excepcionais".
"Christa é uma sobrevivente e enfrentará sua recuperação um dia de cada vez", acrescentaram os advogados.
Duas doses de pentobarbital não provocaram a morte
Christa Pike era a única mulher no corredor da morte do Tennessee e deveria ter sido executada em 30 de setembro, na penitenciária de segurança máxima Riverbend, em Nashville.
Durante o procedimento, recebeu duas doses de pentobarbital. Mesmo assim, permaneceu viva. Segundo seus advogados, a tentativa de execução deixou queimaduras e bolhas graves em seus braços.
Pike permaneceu acordada durante parte do procedimento e falou enquanto a execução estava em andamento. Após as duas doses, continuou respirando e acabou sendo retirada da prisão em uma ambulância e levada para um hospital.
O protocolo do Tennessee prevê a administração de um segundo conjunto de seringas "se o detento não estiver morto" após a primeira aplicação. O documento, porém, não estabelecia como proceder caso a pessoa continuasse viva depois da segunda dose.
O Departamento de Correções do Tennessee afirmou anteriormente que "seguiu todas as etapas do protocolo legal e estabelecido para execuções, aprovado pelo Gabinete do Procurador-Geral".
Após a tentativa fracassada, o governador do Tennessee, Bill Lee, suspendeu as demais execuções e determinou uma "revisão abrangente e independente para determinar exatamente o que ocorreu".
Estado poderia tentar executar Christa Pike novamente?
O caso também abriu uma situação jurídica incomum. Os advogados de Pike tentam obter na Justiça uma ordem para obrigar o Departamento de Correções do Tennessee a preservar provas relacionadas à tentativa de execução, incluindo registros e informações sobre os lotes dos medicamentos utilizados. Eles também voltaram a pedir que a pena de morte seja convertida em prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.
A professora de Direito Deborah Denno, da Universidade Fordham, que estuda métodos de execução há 36 anos, afirmou à AP que Pike seria a primeira pessoa a sobreviver depois de o medicamento letal ter sido efetivamente administrado. Em outros casos de execuções fracassadas, houve problemas anteriores à aplicação completa da droga, como dificuldades para estabelecer um acesso intravenoso.
"Eles realizaram todos os aspectos da execução. Ela não morreu, mas todos os procedimentos que pretendiam realizar foram feitos", afirmou Denno.
O professor Michael Russo, da Universidade de Seattle, também destacou o caráter excepcional do caso.
"Não há mais ninguém na história da pena de morte neste país que tenha passado pelo que ela passou", declarou.
Condenada à morte por assassinato cometido em 1995
Christa Pike foi condenada à morte pelo assassinato de Colleen Slemmer, de 19 anos. As duas participavam do programa de formação profissional Job Corps, em Knoxville, quando o crime ocorreu, em janeiro de 1995.
Segundo a acusação, Pike acreditava que Slemmer estava tentando se aproximar de seu namorado, Tadaryl Shipp. A jovem foi atraída para uma área arborizada, onde foi espancada e esfaqueada até a morte.
O caso ganhou grande repercussão nos Estados Unidos pela brutalidade do crime. Um pentagrama foi gravado no corpo da vítima, ato que Shipp admitiu ter praticado.
Pike foi condenada à morte em março de 1996. Shipp recebeu prisão perpétua com possibilidade de liberdade condicional, já que era menor de idade quando o crime ocorreu.
Agora, mais de 30 anos depois do assassinato, o futuro de Christa Pike volta a depender da Justiça. Além das consequências médicas da tentativa de execução, permanece sem resposta a questão sobre se o Tennessee poderá tentar executar novamente uma mulher que recebeu integralmente o procedimento destinado a matá-la e sobreviveu.
Roberto Justus implora por reunião com Vorcaro para tratar da sobrevivência de empresa
msn

Depois de ter seu nome relacionado a Luciano Huck, que envolvia um patrocínio milionário ao 'Domingão', Daniel Vorcaro voltou a aparecer em conversas com outro grande nome da televisão. Roberto Justus foi o exposto da vez e, em conversas com o ex-controlador do Banco Master, pediu ajuda para superar dificuldades financeiras da SteelCorp.
As mensagens, divulgado pelo Poder360, fazem parte de uma apreensão da Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro e mostram Roberto Justus tentando resolver uma pendência que, segundo ele, poderia comprometer o futuro da companhia. A negociação se prolongou por meses em 2025.
O impasse envolvia um investimento feito na SteelCorp em 2024 e o dinheiro havia sido estruturado como uma dívida que poderia ser convertida em participação na empresa. Em 2025, porém, Justus passou a defender o encerramento do acordo e a recompra da eventual participação, enquanto a conversão ainda não havia sido concluída.
Roberto Justus fala em recuperação judicial e cobra encontro com Vorcaro
Em 1º de setembro de 2025, Roberto Justus procurou Vorcaro pelo WhatsApp para pedir uma reunião e se disse decepcionado com o empresário. O pai de Rafaella Justus afirmou que precisava resolver a situação porque a manutenção da dívida no balanço da SteelCorp poderia levar a companhia a recorrer à recuperação judicial.
"Nunca na minha vida fiquei tão decepcionado com alguém. O que custa me receber por 1 horinha para resolvermos esse assunto? Entendo as suas prioridades e preocupações mas preciso tratar da sobrevivência de minha empresa. Se essa dívida continuar em meu balanço vou ter que pedir uma RJ e daí você vai perder todo o investimento. Vale a pena?", disse Roberto Justus.
A resposta de Daniel Vorcaro veio no mesmo dia. O banqueiro afirmou que havia cumprido os aportes combinados e disse que a conversão da dívida enfrentava obstáculos técnicos e jurídicos. O amigo de Luciano Huck também demonstrou incômodo com a forma como Justus havia feito a cobrança.
"Desculpe Roberto, mas receber essa mensagem agora é de uma falta de empatia de sua parte absurda. Mas tudo bem, cada um tem suas decepções. Eu estive presente e cumpri a duras penas tudo que combinamos dos aportes. Com relação a conversão da dívida, estou tentando realizar com nosso amigo, desde o dia que falamos. Existem entraves técnicos e jurídicos que não possibilitaram a conclusão. E o momento de todos não está ajudando. Mas te garanto que será realizado. Tentarei amanhã pessoalmente com a gestora novamente e te dou retorno", disse.
Dívida de R$ 130 milhões estava no centro da negociação
Em outra mensagem, Roberto Justus apresentou uma alternativa para resolver a situação. Ele propôs assumir o pagamento de R$ 130 milhões em até cinco anos, utilizando um mecanismo chamado cash sweep, pelo qual recursos disponíveis seriam direcionados para a amortização da dívida.
"Assumo o pagamento dos 130MM em prazo máximo de 5 anos. Fazemos um cash-sweep para pagamentos pari-passu com as minhas vendas secundárias. Com certeza liquidaremos tudo bem antes do prazo máximo", escreveu.
O empresário também voltou a explicar a gravidade da situação da SteelCorp em uma conversa de 11 de setembro. Segundo Justus, após novas discussões com parceiros financeiros, o modelo inicialmente negociado havia se tornado difícil de executar.
"A companhia, no atual estágio, é incapaz de honrar compromissos financeiros passados ou de obter novos financiamentos", afirmou. Daniel Vorcaro, por sua vez, alegou o motivo de ter entrado com os investimentos na SteelCorp: "Entrei nesse negócio tão somente por você".
A conversão do investimento em participação societária, no entanto, não foi concluída naquele momento. A negociação envolvia ainda outros agentes financeiros e uma gestora, o que, segundo Vorcaro, dificultava a conclusão da operação.
O que Justus diz sobre a negociação?
Após a divulgação das mensagens, a assessoria de Roberto Justus enviou uma nota ao Poder360 explicando que o empresário havia negociado o investimento na SteelCorp em 2024 por meio de uma dívida conversível em ações.
Segundo a equipe de Justus, as tratativas se estenderam até 2025, quando ele decidiu encerrar o acordo. A conversão não chegou a ser realizada e, de acordo com a nota, Vorcaro não se tornou sócio da SteelCorp.
"Roberto Justus negociou um investimento na SteelCorp em 2024, por meio de uma dívida que poderia ser convertida em ações. No entanto, as negociações se arrastaram até 2025, quando Justus decidiu encerrar o acordo. As mensagens divulgadas mostram que Justus estava negociando a conversão do investimento e a recompra da participação resultante. Contudo, a conversão não foi realizada, e Daniel Vorcaro não se tornou sócio da SteelCorp", disse a nota.
"A menção à recuperação judicial foi usada como uma estratégia para resolver o impasse, e não como um anúncio de que um pedido seria apresentado. As conversas mostram que o objetivo era encerrar qualquer relação empresarial, o que acabou acontecendo, e preservar a SteelCorp. Vale ressaltar que Roberto Justus sentia-se desconfortável durante o processo e resolveu o tema antes da liquidação do banco e da posterior prisão de Vorcaro", completou.
Família convive por dois anos com cadáver de homem que morreu em sofá
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Msn

Uma mulher e a filha teriam mantido o corpo do homem escondido no apartamento onde viviam, em Barcelona, na Espanha. As duas mulheres não saíam de casa desde a pandemia e homem poderá ter morrido há dois anos
A Polícia da Catalunha encontrou, na quarta-feira, 23 de setembro, o corpo de um homem de 75 anos que teria morrido há pelo menos dois anos, relata a Telecinco.
Duas mulheres- a esposa e a filha da vítima - viviam há dois anos com o corpo do homem, na casa da família, em Cabrera D'Anoia, região de Barcelona, na Espanha.
O homem, tudo indica, era o proprietário da casa, um ex-médico agora com 75 anos, dono também de um consultório médico na cidade. Os seus restos mortais foram encontrados dentro de uma das principais divisões da casa, coberto com uma manta.
A suspeitas de que havia algo fora do normal foram levantadas pelos vizinhos e pela própria câmara municipal. O carro do homem permaneceu no mesmo lugar há mais de um ano e havia lixo acumulado à porta de casa.
A mãe, de 59 anos, e filha, de 22, não saíam de casa desde a pandemia e conviviam, tudo indica, com o cadáver desde que o homem morreu.
Novos dados, revelados pelos imprensa espanhola, apontam que a mulher contou que o homem morreu em 2024, sentado no sofá da sala de jantar, de causas naturais.
A Polícia da Catalunha abriu um inquérito para esclarecer os fatos, enquanto se aguarda que a autópsia determine a causa da morte.
Ao que tudo indica, a mãe e a filha podem sofrer de algum tipo de perturbação que as isolou da realidade e da gravidade dos fatos, refere o El Caso. As duas mulheres foram transportadas para uma unidade de saúde para receber os tratamentos tidos por adequados.
Morto em casa: mulher fazia ioga ao lado do corpo de Josep Juanpere
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Msn

O sobrinho do famoso arquiteto espanhol, morto em dezembro do ano passado, revelou que encontrou a companheira do falecido fazendo yoga na casa da família ao lado do corpo.
Josep Juanpere, cofundador do estudo GCA Arquitects, foi encontrado sem vida na sua casa em dezembro de 2025.
As autoridades pensaram, inicialmente, que o homem tinha sido vítima de um ataque cardíaco, mas na quinta-feira (24), nove meses depois, deteve a sua companheira e decretou o caso como se tendo tratado de um homicídio.
A reviravolta no caso deixou a todos chocados, sabendo agora novos detalhes sobre o sucedido.
Segundo revelou hoje o El Mundo, a primeira pessoa a descobrir o corpo do empresário foi o sobrinho. Ele teria se deslocado à sua casa depois de várias pessoas terem alertado que não conseguiam falar com o arquiteto.
Ele decidiu, por isso, se deslocar à casa do tio, onde diz que esteve batendo a porta durante cerca de meia hora, até que a companheira do tio lhe abriu a porta, em estado de choque.
Segundo ele, a mulher, que era "adepta da cura espiritual e energética, que se baseia em técnicas como o reiki, a meditação ou a aromaterapia, encontrava-se praticando ioga", com o corpo ao lado.
Parte deste testemunho teria intrigado as autoridades, que ao longo dos meses ficaram analisando a conduta da suspeita.
Além disso, o sobrinho de Josep Juanpere esteve afastado do tio por alguns tempos por motivos de saúde. O que significa que a mulher poderia ter aproveitado este período para perpetrar o crime, por saber que possivelmente os mais próximos não estariam por perto para se dar conta.
Josep Juanpere e a companheira estavam juntos há dois anos. O casal vivia em casas separadas - ele em Barcelona, e ela em Madrid - mas passavam o Natal juntos, numa casa em Baqueira, quando a tragédia aconteceu.
A mulher, de 60 anos, foi presa esta quinta-feira (24).
Steven Seagal diz que "os EUA gastam bilhões em desinformação e mentiras para tentar destruir o moral da Rússia"
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Msn

Steven Seagal já foi uma das maiores estrelas do cinema de ação, mas várias décadas se passaram desde então. Recentemente, ele finalmente obteve cidadania russa após uma longa luta, e já demonstrou diversas vezes seu apoio integral ao regime de Vladimir Putin.
"Bilhões de dólares em desinformação e mentiras"
De fato, o próprio Putin o condecorou com a Ordem da Amizade, uma distinção estatal russa criada em 1993 por Boris Yeltsin, concedida a cidadãos por suas contribuições para o fortalecimento da paz, da amizade e da cooperação entre as nações. Seagal trabalha desde 2018 como representante especial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia para a cooperação humanitária com os Estados Unidos.
O astro de A Força em Alerta relembrou sua infância: "Cresci imerso na cultura russa, e, desde muito jovem, amei a Rússia e tudo o que aprendi sobre ela. E para mim, sou 100% russo."
"Desinformação e mentiras"
Além de expressar amor pela Rússia, houve também uma crítica bastante direta aos Estados Unidos. Seagal afirma que os EUA "gastam bilhões de dólares em desinformação e mentiras" contra o país e, segundo o ator, o objetivo é claro: "tentar desacreditar, desmoralizar e destruir o moral nascente da Rússia. É a doutrina do ódio à Rússia."
O ator foi ainda mais longe, acrescentando que "mais da metade das pessoas nos Estados Unidos realmente amam a Rússia e os russos, e sabem que estão sendo enganadas".
O ator não lança um filme novo desde 2019, mas isso em breve mudará: seu próximo thriller de ação está em fase final de pós-produção.